‘Não se governa com o pé preso no passado’, rebate Cido Sério

O ex-prefeito Cido Sério, mesmo estando em São Paulo, tem acompanhado o noticiário local e mais uma vez surpreendeu-se com a tentativa de o governo municipal responsabilizá-lo pela inexistência de atas para compra de produtos ou para manutenção de equipamentos da SMOSP.

O prefeito Dilador Borges continua com seu pé preso ao passado e parece incompreender que está a mais 70 dias governando a cidade e por isso, convenientemente, fala em falta de processos finalizados para comprar medicamentos e manutenção de maquinas, quando não se usa a justificativa da falta de recursos.

Curiosamente, durante a campanha, Dilador e Edna Flor diziam, reiteradamente, que “as dificuldades da prefeitura eram por falta de gestão e não por falta de dinheiro”.

E agora o que falta? Dinheiro, gestão ou competência?

O prefeito Dilador Borges precisa ser lembrado que o então chefe de transição pediu em várias oportunidades à Comissão e, em outras, ao próprio prefeito para que o governo não contratasse serviços ou materiais que seriam cumpridos pelo futuro governo (na época). Em uma reunião na Câmara Municipal o presidente da Comissão de Transição usou o microfone e pediu publicamente ao então prefeito Cido Sério que não continuasse com alguns processos.

O noticiário também é farto no sentido de comprovar que o Dr. Ermenegildo Nava e Edna Flor impediram, através de representações no Tribunal de Contas, que vários processos tivessem continuidade.

AS AMBULÂNCIAS

Sobre matéria publicada de que as ambulâncias estariam sucateadas há três anos, a própria foto comprova exatamente ao contrário. Várias viaturas estariam em atividades até o final do ano e outras, por fatos circunstanciais, estão fora de serviços a partir deste ano. Dos veículos que aparecem na foto as duas “Ford courier” estavam rodando até o final do ano.

A viatura do Samu que aparece na foto parou de rodar no início de 2017. A Saveiro que também está na foto capotou este ano na Marginal Pinheiros, em São Paulo, após sofrer uma fechada de outro veículo.

Assim, é inaceitável querer atribuir ao governo anterior a responsabilidade por esses veículos estarem fora de atividades, já que eles quebraram em 2017 e, portanto, na responsabilidade do atual prefeito.   Então cabe ao prefeito atual providenciar os processos licitatórios para que a frota seja reparada.

“Assumindo as responsabilidades e cumprindo os compromissos que prometeu, acredito que é isso que a maioria da população espera e não mais o blá, blá, blá sobre o passado”, diz Cido Sério.

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