‘Chefe’ dos cemitérios vai até o vice-governador de São Paulo pedir Parque Tecnológico para Araçatuba; sim você lê corretamente

Conhecem o dito popular de que “a salsicha comeu o cachorro”, usado para retratar coisas impopulares ou, em outras palavras, que não tem nada a ver com a realidade? Pois bem, na Prefeitura de Araçatuba, no governo DILAFLOR, tem fatos acontecendo bem dessa forma.

E um exemplo claro disso vem de um fato ocorrido nesta terça-feira (14), quando o “chefe dos cemitérios e da rodoviária da cidade”,  José Cláudio Ferreira, vulgo Zé Pera, se reuniu com o vice-governador de São Paulo, Márcio França, em pleno Palácio dos Bandeirantes, na capital, para pleitear para o município o destravamento do projeto a séculos prometido de um Parque Tecnológico para a cidade.

O ilustre chefe dos cemitérios e da rodoviária, que ocupa cargo de diretor na secretaria de Administração, conduzida pelo militar aposentado Deocleciano Borella, foi ao encontro com o vice-governador, que também é secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, acompanhado do vereador Rivael Papinha (PSB) e de sindicalistas que não merecem ter seus nomes citados nesta reportagem.

Não que o tal chefe não possa ter esse contato. No entanto, pleito desse tipo não seria coisa para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Relações do Trabalho, Erik Carneiro da Silva? Não seria coisa para o prefeito Dilador Borges (PSDB)? Para a vice Edna Flor (PPS), que por sinal anda sumidinha? Ou para qualquer outro representante do governo um pouco mais entendido sobre o assunto?

O Política e Mais questionou a administração municipal sobre a ida de Zé Pera ao encontro do vice-governador Márcio França. Porém, como tem ocorrido, de praxe, não recebeu resposta. Um péssimo exemplo para o governo que prometeu TRANSPARÊNCIA E RESPEITO À POPULAÇÃO DE ARAÇATUBA.

O site também questionou se Zé Pera foi como representante oficial do governo ou se estava lá por ser ligado aos tais sindicalistas. O Política e Mais também perguntou, no caso de sua viagem não ter sido oficial, se ele abonou para isso, uma vez que é servidor apaniguado do Executivo. Nenhuma resposta foi dada. Assim como a Prefeitura não respondeu se nesta quarta-feira, o chefe dos cemitérios que “negocia” o Parque Tecnológico para a cidade, havia retornado a seu posto de trabalho. Prevaleceu o silêncio. COMO PÉSSIMO EXEMPLO GOVERNAMENTAL.

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